Hoje eu descobri o porquê de você estar junto comigo me fazia tão mal. Hoje, de novo, toda a insegurança que eu sentia voltou. A vontade de chorar, a falta de saber como agir. Eu nunca associei essas coisas a você, e hoje eu descobri o porquê: porque a insegurança é minha. Eu nunca soube lidar com sua personalidade, seus gostos e manias. Eu provavelmente nunca saberei, e nem preciso mais. A única coisa que me faz vir aqui escrever sobre você de novo é esse fantasma seu, que teima em me seguir, que teima em estar em toda válvula de escape que eu encontro. Mas eu já tou aprendendo a fazer minha água benta. Exige muito, mas eu estou conseguindo exorcizar você de mim. Do lugar que eu te coloquei com o intuito de nunca mais tirar, como uma bala no corpo já cicatrizado. Como meus pinos no pé.
Uma hora teu espectro, que alcança tão longe, vai parar de me afetar. Mas não hoje.
Não hoje.
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